ANPD ganha mais gente para fiscalizar IA e biometria de empresas
A ANPD passou a ter mais de 500 servidores e pode abrir concurso com até 200 vagas, ampliando sua capacidade de fiscalização.
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O que mudou
A Autoridade Nacional de Proteção de Dados está aumentando seu quadro de pessoal. O presidente da ANPD, Waldemar Gonçalves, disse durante um evento em agosto de 2026 que o órgão já conta com mais de 500 servidores. Ele também mencionou autorização para um concurso público de até 200 vagas.
Isso importa porque a ANPD é quem fiscaliza como empresas usam dados pessoais, inclusive em sistemas de inteligência artificial e biometria. Mais gente trabalhando no órgão tende a significar mais capacidade de abrir investigações, responder denúncias e cobrar empresas que descumprem a LGPD.
O que isso significa para empresas
Desde setembro de 2025 a ANPD deixou de ser uma estrutura provisória e virou agência reguladora, o que ampliou suas responsabilidades. Na prática, isso reforça o papel do órgão como fiscalizador permanente, e não apenas como um órgão consultivo.
Para quem tem empresa pequena ou média, o recado é simples: a chance de ser fiscalizado ou notificado por uso indevido de dados tende a crescer com o tempo, à medida que a ANPD ganha estrutura. Isso vale especialmente para negócios que usam câmeras com reconhecimento facial, chatbots com IA ou qualquer ferramenta que colete dados de clientes e funcionários.
Ainda não há detalhes sobre quando o concurso vai sair nem sobre mudanças imediatas nas regras de fiscalização. O que já é fato é o crescimento da estrutura da ANPD, algo que empresas que lidam com dados pessoais devem acompanhar de perto.
Do conteúdo para a operação.
Veja como a IAX aplica esse tema em processos reais.
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